sábado, 22 de fevereiro de 2014

Artesãos da Feirart ocuparão barracas em breve em São Lourenço





Já estão prontos os 15 quiosques que abrigarão os artesãos da Feirart. Em breve eles ocuparão os 60 “balcões” (quatro em cada quiosque) construídos ao longo do primeiro quarteirão da rua Dr. Saturnino da Veiga, na área após a Aldeia Vila Verde. Para a ocupação faltam apenas alguns detalhes burocráticos, como a última medição pela equipe técnica da Caixa Econômica Federal, para a entrega formal da obra, e a aprovação de uma lei na Câmara dos Vereadores, concedendo o espaço público para os associados da Feirart. A inauguração oficial está prevista para o dia 23 de março, com a presença do Governador do Estado, que estará na cidade por ocasião da terceira edição da entrega da Comenda Ambiental Estância Hidromineral de São Lourenço.
As barracas foram construídas de modo a não atrapalhar o tráfego de pedestres na calçada. Para quem não conhece o objetivo da obra, parece estranha e pequena a estrutura, mas foi projetada especificamente para atender os artesãos da Feirart. Eles não são lojistas e não precisam de espaço para estoque. Como são eles mesmos que produzem as mercadorias, precisam apenas de um local para exposição. Até então eles levam as barracas portáteis, que são montadas e desmontadas no local. O novo espaço dará mais comodidade, protegendo-os do sol e da chuva.


A demora para a conclusão das obras, iniciadas em julho de 2010, causou grande polêmica. O fato é que, na administração pública, nem tudo que é planejado com eficiência é realizado da mesma forma. A burocracia, a demora para liberação dos recursos e as intempéries são algumas das causas disso. No caso das barracas da Feirart, o maior problema foi a retenção dos recursos pelo Governo Federal. Em 2010, o Ministério do Turismo destinou R$ 419 mil para a revitalização do espaço contínuo à Aldeia Vila Verde. Em julho, a empresa vencedora da licitação, - Premoldados e Construção São Lourenço Indústria, Comércio e Engenharia Ltda - iniciou as obras, mas, como o dinheiro não foi liberado, e  com a incerteza do cumprimento do cronograma de pagamento pela Caixa Econômica Federal, foi obrigada a parar. Em abril de 2011,  a presidente Dilma Rousseff decidiu assumir os restos a pagar da administração passada, e foi anunciado que as obras da Feirart poderiam ser reiniciadas. No início de maio, a presidente anunciou a liberação dos recursos aprovados no governo anterior para obras e projetos. A decisão, no entanto, não garantiu a liberação imediata do dinheiro. Os recursos começaram a ser liberados pela Caixa Econômica Federal de acordo com cronograma definido posteriormente pelo governo. E os de São Lourenço só foram liberados a  partir de então, de acordo o andamento das obras.

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