domingo, 14 de maio de 2017

OPERAÇÃO DESMONTA QUADRILHA DE TRAFICANTES EM SÃO LOURENÇO



Seis pessoas foram presas durante uma operação contra o tráfico de drogas na madrugada desta sexta-feira (12) em São Lourenço (MG). De acordo com a Polícia Civil, as investigações tiveram início em janeiro deste ano e terminaram com a execução de dez mandados de prisão na cidade. Mais cedo a informação era de sete presos, mas o número foi corrigido.
Ainda segundo os policiais, foram apreendidos mais de 30 kg de drogas durante o período de quatro meses. Além disso, a operação, que recebeu o nome de Zulu, apreendeu também cinco carros, seis celulares, cerca de R$1 mil em dinheiro e outros objetos.

A polícia disse ainda que a quadrilha seria responsável por cerca de 70% do comércio de drogas na cidade. Os detidos foram encaminhados para a delegacia da cidade, suspeitos de tráfico de drogas, associação ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Eles tiveram a prisão preventiva decretada por 30 dias.
homem apontado pela polícia como chefe de uma quadrilha presa nesta sexta-feira (12) em São Lourenço (MG) ainda não foi encontrado. Seis pessoas foram presas durante a operação de combate ao tráfico de drogas. Conforme a polícia, a quadrilha era a principal fornecedora de drogas em São Lourenço e cidades vizinhas.
"Eles dominam no mínimo 70% do tráfico, distribuição de drogas na cidade", disse o delegado Felipe Piccin.
Ao todo, foram três meses de investigação, que resultaram na apreensão de 32 quilos de maconha e 250 gramas de cocaína. Ao todo, 10 mandados foram cumpridos.
Anotações da quadrilha foram encontradas em um caderno

"Alguns desses indivíduos, inclusive uma mulher que está presa, eram responsáveis por guardar a grande quantidade e os outros, esses que foram presos hoje, eles tinham a função de pegar a droga, fracionar e distribuir para traficantes menores da cidade e faziam vendas para usuários pontuais, desde que eles conhecessem", disse o delegado.
Os policiais apreenderam ainda 13 celulares, R$ 1 mil em dinheiro, R$ 10 mil em cheques, um caderno com números do tráfico e até uma luneta.

O chefe da quadrilha, segundo o delegado responsável, seria dono de locadoras que funcionavam em uma garagem. Ele já foi condenado por tráfico de drogas e preso outras duas vezes pelo mesmo crime. Segundo as investigações, ele abriu as locadoras para lavar o dinheiro do tráfico.



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