terça-feira, 17 de outubro de 2017

Livre, leve e solto !!! Senadores livram Aécio.

Com a chegada de Paulo Bauer, Eunício Oliveira encerrou a votação. Com 44 votos, os senadores decidiram derrubar a decisão do STF.
Senado decidiu nesta terça-feira devolver ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) o exercício do mandato parlamentar. Aécio estava afastado da Casa desde o final de setembro por decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que se baseou nas investigações contra o mineiro a partir das delações premiadas de executivos do Grupo J&F. O colegiado também impôs a Aécio o recolhimento noturno, medida que, assim como a suspensão do mandato, foi derrubada pelos senadores.
O julgamento da Primeira Turma do Supremo foi submetido aos parlamentares porque, na última quarta-feira, a maioria do plenário do próprio STF decidiu que qualquer medida que “impossibilitar, direta ou indiretamente o exercício regular do mandato parlamentar”, deve ser analisada pela Câmara, em casos de deputados, e pelo Senado, em casos de senadores.

CHORA BANDIDAGEM !!! FORÇAS ARMADAS AGORA VÃO PODER PEGAR PESADO. SANCIONADA LEI QUE LIVRA MILITARES DE AÇÕES CIVIS

O bagulho agora vai ficar frenético, como diz a bandidagem. Acaba de ser sancionado o projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional que livra os militares envolvidos em conflitos com civis de serem processados na Justiça comum. O projeto de lei que teve o aval de Temer transfere para a Justiça Militar os casos de crimes dolosos contra a vida de civis praticados por militares no exercício de missões como as realizadas nos morros cariocas.

sábado, 7 de outubro de 2017

POPULAÇÃO SE ORGANIZA PARA MANIFESTAÇÃO NACIONAL A FAVOR DA INTERVENÇÃO



Esclarecendo as DATAS E LOCAIS DAS MANIFESTAÇÕES [ INTERVENÇÃO JÁ ] 12/10/2017 É A MARCHA CRISTÃ PELO BRASIL SAINDO AS 15 HORAS, NA AV. PAULISTA. E EM BRASÍLIA É NO DIA 14 E 15 DE NOVEMBRO DE 2017


Engana Que O Brasil Gosta — Este É O Legado Da Copa E Da Olimpíada




O que chama a atenção no caso da prisão de Carlos Arthur Nuzman, o eterno cacique do Comitê Olímpico Brasileiro, não é apenas a corrupção exposta, mas o grau de empulhação que as autoridades — as políticas e as esportivas — conseguem vender para o público, que, por sua vez, a aceita bovinamente.
Um pouco de memória: quando o Brasil foi escolhido para ser, sucessivamente, sede da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, a tese vendida pelos dirigentes políticos e esportivos era a de que o país mudara de patamar, estava encaixado entre os grandes do mundo.
UMA POTÊNCIA – Não era apenas a nação alegre e musical que o mundo admira, mas também uma potência perfeitamente capaz de organizar os dois eventos que mais atenção concitam no planeta.
O então presidente Lula, no discurso em que defendeu a candidatura do Rio, disse que havia participado fazia pouco da cúpula do G20, na qual havia sido desenhado “um novo mapa econômico mundial”. Completou: “O Brasil conquistou o seu lugar” (nesse suposto novo mundo). Escolhido o Rio, Lula chorou, Sérgio Cabral, então governador do Rio, chorou, a delegação brasileira emocionou-se, Nuzman também chorou.
Pena que, como se vê agora, o Brasil não conquistou seus Jogos Olímpicos por ter entrada em um suposto novo mapa-múndi econômico, mas por ter praticado seu ancestral esporte favorito, a corrupção. Comprou os jogos, para ser breve.
PORTEIRA ABERTA – Como se fosse pouco, a compra dos Jogos abriu a porteira para uma série de obras nas quais, como aparece na investigação em curso, houve o tradicional superfaturamento e as propinas, esquemas em que o prisioneiro Sérgio Cabral ganha medalhas de ouro — mesmo em um país em que elas são mais comuns do que arroz-com-feijão.
O povo alegre e musical divertiu-se, no entanto, com a dupla escolha. Desandou a cantar “sou brasileiro/com muito orgulho/com muito amor”.
Passados apenas oito anos do que Lula chamara de “momento mágico”, os dois máximos dirigentes do esporte brasileiro (Nuzman e José Maria Marin, da CBF) estão presos, o que só comprova o óbvio: os caciques do esporte não poderiam ser diferentes dos caciques políticos, uma penca destes também na cadeia ou denunciados ou condenados, mas ainda soltos (caso de Lula, por exemplo).
MUITA VERGONHA – O “muito orgulho” da canção foi substituído pela vergonha, mostrou o Datafolha em junho: 47% dos brasileiros entrevistados à época afirmaram ter vergonha de serem brasileiros.
Na noite de quinta-feira (dia 5), cruzei nos corredores da ESPN com Juca Kfouri, um Quixote quase solitário na denúncia dos desmandos das cúpulas do esporte. Juca acaba de lançar um livro de memórias cujo título diz tudo: “Confesso que perdi”.
Disse-lhe: “Ânimo, Juca, você ainda é novo o suficiente para ver um dia um país melhor“. E ele: “Nem meus filhos verão. Quem sabe os netos“.
Que pelo menos os netos, os meus e os dele, não sejam tão facilmente enganados já seria um progresso.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Homem de 29 anos é morto a facadas pela namorada após discussão

O Homem com sua namorada e assassina

Um homem de 29 anos foi morto a facadas pela namorada após uma discussão na manhã desta sexta-feira (6) em Pouso Alegre (MG). De acordo com a Polícia Militar, o crime aconteceu dentro da casa da mulher, no bairro Santa Luzia.
A polícia chegou até o local após vizinhos ligarem e relatarem brigas e gritos na casa, por volta das 7h. Leonardo Leão Melo foi encontrado caído em frente à residência, após ter sido atingido com um golpe que acertou o coração, segundo a PM. A principal suspeita é a própria namorada, Olivia Maggiotti, de 24 anos. Ela foi conduzida para a delegacia da Polícia Civil e assumiu o crime.
O pai da mulher estava na residência no momento do crime e também foi levado para a delegacia, já que tinha marcas de sangue na roupa. Em depoimento, ele negou participação na morte e disse que tentou apenas socorrer a vítima.

A Polícia Militar informou ainda que o relacionamento dos dois era conturbado e eles já haviam registrado boletins de ocorrência por agressão de ambas as partes.

LULA RECEBEU R$ 62 MILHÕES ANTES DO INÍCIO DA LAVA JATO. SOMA EQUIVALE A 397 ANOS DE SALÁRIO COMO PRESIDENTE

Nos primeiros quatro anos após deixar a Presidência da República, o ex-presidente Lula recebeu R$ 62 milhões em repasses de empresas que participaram dos desvios na Petrobras. Para conseguir juntar todo este dinheiro com seu salário como presidente, R$ 13 mil em 2010, Lula precisaria se manter no cargo durante 397 anos sem gastar nenhum centavo.
O dinheiro entrou no caixa do petista por meio de doações para o Instituto Lula e pagamentos de palestras via Lils Palestras e Eventos, a pequena empresa de palestras aberta por ele em 2011, após deixar a Presidência.

Lava Jato Descobre ‘Impressionante’ Montante De Barras De Ouro Em Cofre Na Suíça

A mais recente operação de combate à #Corrupção, implementada pela Polícia Federal , acarretou a prisão do presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Carlos Arthur Nuzman, nesta quinta-feira (05), através da denominada “Operação Unfair Play”, que é um desdobramento da Operação Lava Jato, considerada a maior operação de combate à corrupção na história contemporânea do país e conduzida em primeira instância, pelo juiz Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná. A força-tarefa de investigação da Operação Unfair Play, que apura crimes relacionados à suposta corrupção, em conexão à realização dos #Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, possibilitou uma descoberta considerada “impressionante”, pelos investigadores da Polícia Federal e Ministério Público Federal.
A escolha da cidade-sede para as Olimpíadas
Todo o trabalho de investigação apura a realização de uma compra de votos, para que se pudesse garantir a eleição do Rio de Janeiro, como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. De acordo com os desdobramentos das investigações da força-tarefa da operação #Lava Jato, no Rio de Janeiro, o presidente do Comitê Olímpico nacional, Carlos Arthur Nuzman, angariou nos últimos vinte e dois anos de presidência do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) um aumento exponencial de seu patrimônio, em cerca de 457%. Ainda segundo os investigadores, não haveria uma indicação clara de seus rendimentos, além de ter sido mantida parte de seu patrimônio, de forma oculta na Suíça.
O mais intrigante, é que os investigadores descobriram uma verdadeira “fortuna” escondida em um cofre na Suíça, atribuída a Carlos Arthur Nuzman, preso nesta quinta, juntamente com seu braço direito, Leonardo Gryner.
Foram encontradas barras de ouro no cofre, totalizando em dezesseis barras do metal precioso. Vale ressaltar que Nuzman guardava a chave do cofre. De acordo com o Ministério Público Federal, existiria uma situação relativa à ocultação dos recursos em poder do representado (Carlos Arthur Nuzman) e em outros países, o que dificultaria o rastreio dos recursos e a consequente reposição dos danos ocasionados ao erário público.
Os procuradores da Operação Lava Jato foram ainda mais longe ao delimitar que grande parte das contas de Nuzman eram pagas em espécie, num engendro característico do sistema de lavagem de capitais”. Além disso, os procuradores afirmaram que “Nuzman, ao tomar conhecimento da apreensão dos recursos, tentou se adiantar de modo que pudesse evitar que as barras de ouro possivelmente depositadas no cofre, pudessem ser descobertas pelas investigações.
Defesa contesta
Segundo o advogado de defesa de Carlos Arthur Nuzman, Nélio Machado, já haveria um habeas corpus impetrado que não teria sido julgado, lamentavelmente. O defensor ressaltou ainda que analisaria quais os fundamentos da medida dura, em relação à prisão de seu cliente, o que, segundo ele, não seria algo usual, dentro dos padrões do devido processo legal.

Temer Perdeu A ‘Visão Da Dignidade Que O Cargo Exige Dele’, Diz Procurador Da Lava Jato

Do: ESTADÃO
O procurador regional da República Carlos Fernando dos Santos Lima, da força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba, classificou como “grave” a afirmação do presidente, Michel Temer, que falou em associação criminosa ao atacar em rede social denúncia do Ministério Público Federal.
“Acho que ele (Temer) perdeu a visão da dignidade que o cargo exige dele”, disse Carlos Fernando. Em junho, ele já havia dito que o presidente foi “leviano” ao atacar o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, após apresentação da primeira denúncia contra ele.
“O que o Rodrigo Janot fez foi  a obrigação dele”, disse o procurador da Lava Jato ao novamente defender o ex-procurador-geral da República. Desta vez, vindas de Temer, de sua defesa e de aliados, após a segunda denúncia criminal contra o presidente – desta vez por liderar uma organização criminosa e por obstrução de Justiça -, apresentadas ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Na terça, 3, Temer postou: “Precisamos lidar com mais uma denúncia inepta e sem sentido, proposta por uma associação criminosa que quis parar o País.” O procurador da República Deltan Dallagnol respondeu ao presidente na quarta, 4, também em rede social: “só há uma associação criminosa que quis parar o país”.
Alvo de uma reclamação da defesa de Lula no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), por manifestação indevida, Carlos Fernando diz que cumpre a lei e que fala em defesa da institutição. No QG da Lava Jato, em Curitiba, ele recebeu a reportagem no Estadão. Defendeu que procuradores podem ser manifestar contra quem “rouba a democracia” e criticou a criação do fundo público para financiamento de campanhas eleitorais, aprovado pela Câmara dos Deputados. nesta quarta-feira, 4.
 O presidente Temer e sua defesa atacaram duramente o Ministério Público e comparou à uma associação criminosa…
Carlos Fernando dos Santos Lima: A defesa dele só fez xingar. Isso é uma acusação muito grave, é um absurdo. Não tem pé nem cabeça.
A única obrigação do Ministério Público é fazer. E a única defesa que o Ministério Público tem é quando faz. O pior perigo de um Ministério Público é quando ele não faz. Porque o não fazer é muito mais danoso ao interesse público. Porque (quando faz) é o Judiciário quem vai decidir. Mas quando ele não faz, ninguém pode o obrigar a fazer.
O que o Rodrigo Janot fez foi  a obrigação dele.
 Critica ao Ministério Público não ataca todo órgão?
Carlos Fernando: Acho que ele perdeu a visão da dignidade que cargo exige dele. Eu já perdi a calma com as colocações dele, já disse que foi leviano anteriormente.
 O sr. tem se manifestado em redes também contra a corrupção e políticos envolvidos…
Carlos Fernando: Não uso nenhuma afirmação relativa a fatos relacionados aos processos em que atuou. Mas como cidadão eu me manifesto e como membro do MP não posso deixar de falar sobre pessoas que roubam a democracia ou de defender a minha instituição como é esse caso em relação ao Temer. Eu defendo a instituição.
Ser parte é defender a sua posição. Defendo que o Ministério Público pode ser manifestar sobre a acusação que fez. Não podemos falar sobre o que você vai fazer, mas sobre o que já fez, não vejo problema. O que não posso fazer é política-partidária, e isso não faço. Temos uma obrigação do artigo 127 da Constituição que é o de defesa do regime democrático.
Quando eu falo sobre corrupção e como isso subverte a democracia, estou exercendo uma parte do meu direito como cidadão, e como parte do Ministério Público estou fazendo a defesa do regime democrático. Essa tem sido a minha linha.
Estadão: Nesta quarta-feira, 4, o Congresso aprovou o fundo público de R$ 1,7 bilhãopara as campanhas eleitorais e um dos argumentos é que ele acaba com a corrupção. O sr. concorda?
Carlos Fernando: O problema é colocar a carruagem na frente dos cavalos. Temos hoje um sistema baseado no dinheiro ilícito, que é comandado por alguns partidos, basicamente os maiores. O Fundão veio e teoriamente vai dimunir a necessidade de dinheiro ilícito para as campanhas. Mas esses partidos já estão viciados.
Segundo que o Fundão é gerenciado pelos mesmos caciques que participaram dos esquemas. E no fundo ele serve para manter esses caciques manterem o controle partidário.
Então esse fundo feito agora foi errado. Ele só deveria ser discutivo após uma reforma para a próxima legislatura, porque os partidos vão ter uma renovação. Agora, é dar poder para as velhas raposas, os velhos caciques desses partidos, para se manterem no poder. Porque não houve nenhuma mudança para a próxima eleição, só o Fundo. Cláusula de barreira e outras coisas não foram para frente. Então para a próxima eleição, o que eles ganharam foi dinheiro.
Estadão: Acredita que foi uma saída para cobrir a ausência do dinheiro sujo que a Lava Jato identificou?
Carlos Fernando: Se não fosse esse dinheiro, seria uma campanha extremamente barata e, nesse aspecto, muito mais democrática, porque permitiria uma renovação maior do quadro político. Mas voltamos ao velho problema, por que os três ou quatro maiores partidos tem 50% das verbas?
Acho que tem que discutir financiamento de campanha, público ou privado, mas isso teria que ser feito depois de uma reforma efetiva ou concomitante a ela. Mas não fora dela e premiando exatamente os mesmos partidos e as mesmas lideranças que participaram de todo esse processo. Quem são os líderes partidários? Exatamente aqueles acusados na Lava Jato.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

BOMBA!!! NÃO FOI À TOA QUE O TSE E O STF SE JUNTARAM PARA ACABAR COM O VOTO IMPRESSO

Gilmar Mendes Faz Campanha Para Derrubar Voto Impresso E Irrita Bolsonaro


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está em campanha para derrubar a introdução do voto impresso nas eleições de 2018. Uma mudança feita na legislação em 2015 traz essa previsão. A alteração entra em vigência no ano que vem, mas pode morrer no nascedouro.

Funciona assim: o eleitor vota e recebe uma espécie de recibo de que votou. A ideia do autor dessa proposta, o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), é que, com a emissão desse papel, o risco de fraudes nas urnas eletrônicas é reduzido.
O presidente do TSE, Gilmar Mendes, fez contato com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e solicitou que o assunto – a revogação do voto impresso – entrasse na reforma política. Maia, por sua vez, falou com o relator da reforma, deputado Vicente Cândido (PT-SP), que adiou a entrada em vigência para 2022.
A criação do voto impresso foi uma das únicas propostas de Bolsonaro aprovadas em 27 anos de mandato do parlamentar. Aprovado na Câmara e no Senado, o voto impresso foi vetado por Dilma, mas o Congresso derrubou o veto, no final de 2015. Não deu tempo de entrar em vigência em 2016. Então, ficou para 2018.
Desde sempre o TSE se mostra contrário a essa história. Argumenta que as urnas são invioláveis e que o custo de gerar voto impresso seria de cerca de R$ 2,5 bilhões. A iniciativa irritou o deputado Bolsonaro. Essa foi uma de suas bandeiras na Câmara.
“Acabar com o voto impresso é um retrocesso. É o sistema agindo”, disse Bolsonaro.